Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 

 
 

17ª Federação Sindical Mundial

Durban - África do Sul

 

 

Congresso em reconhecimento e respeito da terra heroica da África do Sul e expressão de Internacionalista Solidariedade com os povos de todo o Continente Africano. A classe trabalhadora em luta:

 
 - A crise capitalista internacional.

Uma crise que se intensifica a competição entre os monopólios e obriga a implementação de políticas anti-trabalhistas que procura impor o peso da crise sobre os ombros das massas trabalhadoras.

 
 - As contradições inter-imperialistas  geram guerras e conflitos.

Para o controle dos recursos naturais, mercados, controle de territórios, a competição entre as forças imperialistas e seus satélites  gerando guerras, conflitos e intervenções em diferentes países.

 
 - A reconstrução da esfera política.

Os socialdemocratas e os neoconservadores são utilizados pelo sistema capitalista  para a política da classe dominante.

 
 - A luta da classe das massas trabalhadoras em todo o mundo.

A reação brutal dos Governos e os capitalistas que respondem contra as lutas justas dos trabalhadores com prisões e assassinato de sindicalistas. Os trabalhadores luta contra as políticas antipopulares neoliberais com perspectiva positiva para abrir novos caminhos para a reconstrução do movimento sindical classista.

LANÇADA FRENTE PARLAMENTAR EM
DEFESA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES

Lançou nesta sexta-feira, dia 16/9, no Auditório Franco Montoro da Alesp, a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores. Estiveram reunidas na mesa de trabalho importantes entidades representativas de trabalhadores nas figuras de:  Hélio Rodrigues, coordenador licenciado da Frente Sindical contra a Terceirização do Trabalho; Osvaldo Bezerra (Pipoca), coordenador geral do Sindicato dos Químicos de SP; Adriana Marcolino, do Dieese; Carlos Borges, que preside da Central Sindical UST; Giovani Chagas, que preside o Sindiserv SBC; Wilson Honório do Conlutas; Vitor Hugo do Intersindical.

Neste momento delicado, em que vemos ameaçados importantes direitos conquistados pelos trabalhadores, em um cenário de golpe político, com ameaças à CLT e através da retirada de direitos conquistados através de anos de luta, é de fundamental importância que estejamos unidos e prontos para combater qualquer tentativa de enfraquecimento dos trabalhadores.

O evento também marcou o lançamento do Livro “Precarização e Terceirização – Faces da mesma realidade”, dos autores Marilane Oliveira Teixeira, Hélio Rodrigues e Elaine D’avila Coelho, que autografaram exemplares em um coquetel no salão dos espelhos. A Frente Parlamentar representa a voz dos trabalhadores na Assembleia Legislativa e lutará pela manutenção e ampliação de seus direitos.

   
    

Coordenação Norte do Brasil

Antônio Melo Vice Presidente

Durante todo o dia desta terça feira 30/08/2016, um grande e caloroso debate tomou conta da reunião e contou com a presença do Presidente Nacional, Carlos Borges. A atividade aconteceu no salão de reunião da Rodoviária Belém- Pará, durante a reunião muitos debate em torno da Política de organização da Central Sindical UST na região Norte do Brasil.
No início da abertura dos trabalhos, uma exposição foi realizada pelo Vice Presidente Antônio Melo, que na oportunidade, fez um levantamento da situação dos Sindicatos e Associações da Pesca, que enfrenta grandes crises no setor.
Antônio Melo, novo coordenador do Norte, reafirmou o compromisso com a luta pelo fortalecimento da Central Sindical UST, “vamos iniciar uma campanha de filiações de sindicatos e associações de trabalhadores em todo o Norte do Brasil, nossa meta é de filiar 100 entidades sindicais”.
Essa Organização, no entanto, busca construir-se uma alternativa para as lutas dos trabalhadores, frente a degeneração das Centrais, que se transformou em entidades ‘chapa-branca’, preferindo apoiar o governo e não defender os trabalhadores.
Em seguida, iniciou o debate sobre conjuntura Nacional, o Presidente Nacional da UST, Carlos Borges. Diante da crise política e econômica; não queremos apenas organizar os não organizados na área urbana, vamos investir na organização dos tradicionais sindicatos, principalmente sindicatos sem carta sindical, organizações de entidades ligadas à luta por moradia, vamos Investe também na luta pela terra no campo, contra a reajuste fiscal e a reforma Previdenciária proposta pelo governo.
        
           

 

 
As Reivindicações Feministas
 
                                                        
Ninguém deve se surpreender que todas as mulheres não se reúnam em um movimento feminista único. O feminismo tem, necessariamente, várias cores, diversas tendências. Se pode distinguir no feminismo três tendências fundamentais, três cores primárias: feminismo burguês, feminismo pequeno-burguês e feminismo proletário. Cada um destes movimentos formula suas reivindicações de uma maneira distinta. A mulher burguesa alia seu feminismo ao interesse da classe conservadora. A mulher proletária com alia o seu feminismo com a fé das multidões revolucionárias na sociedade futura. A luta de classes – fato histórico, não uma afirmação teórica – se reflete no plano feminista. As mulheres, como os homens, são reacionárias, centristas ou revolucionárias. Não podem, por consequência, combater juntas a mesma batalha. No atual panorama humano, a classe diferencia os indivíduos mais do que o sexo.
 
Mas essa pluralidade do feminismo não depende da teoria em si mesmo. Depende. Melhor dizendo, de suas deformações práticas. O feminismo, como ideia pura, é essencialmente revolucionário. O pensamento e a atitude das mulheres que se colocam ao mesmo tempo feministas e conservadoras carecem, portanto, de uma coerência interna. O conservadorismo trabalha para manter a organização tradicional da sociedade. Essa organização nega à mulheres os direitos que a mulher quer adquirir. As feministas da burguesia aceitam todas as consequências da ordem vigente, menos as que se opõe às reivindicações da mulher. Mantém implicitamente a tese absurda de que a única reforma que a sociedade necessita é a reforma feminista. O protesto dessas feministas contra a velha ordem é demasiadamente exclusivo para ser válido.
 

Coordenação nas América da Organização Mundial UIS – União Internacional Sindical dos Aposentados e Pensionistas, filiada a FSM – Federação Sindical Mundial, parabeniza o 1° Encontro nacional da CBAPI – Central Brasileira dos Aposentados Pensionista.

A fundação da CBAPI tem como objetivo organizar a luta dos trabalhadores aposentados, pensionista e idosos em todo território nacional, filiando sindicatos, federações, associações, oferecendo suporte e assessoria aos filiados, na certeza do fortalecimento organizativo e o desenvolvimento humano.

A Central Brasileira dos Aposentados Pensionista e Idoso, filiada a Central Sindical UST e com atuação na luta internacional pela unificação e intercambio das lutas mundiais, com participação dos aposentados brasileiros, através de sua filiação a UIS – União Internacional dos Sindicatos dos Aposentados e Pensionistas.

A Central tem como objetivo organizar a luta de classe dos trabalhadores aposentados, pensionista e idosos em todo território nacional, a Central dos Aposentados desempenha um papel fundamental na luta contra a exploração do trabalhador aposentado, com perdas do seu beneficio e a luta contra a Reforma da Previdência proposta pelo governo federal.

Convocação:

UIS – União Internacional Sindical dos Aposentados e Pensionistas convoca a todas as organizações afiliadas e simpatizantes ao DIA MUNDIAL DE LUTA dos Aposentados e Pensionistas, para AÇÕES em 1 de Outubro de 2016, com todos os tipos de manifestações: comícios, entrega de documentos para as autoridades, reuniões, conferências etc.

A crise gera barbárie estão em curso, o governo tentam encontrar uma saída temporária, responsabilizando a crise aos pensionistas, aposentados, trabalhadores e camadas populares. As pensões são reduzidas, os benefícios são privatizados, as estruturas sociais são demolidas, seus direitos são limitados em geral ou não existem direitos básicos.

Governo reduziu a sua participação na segurança social, abrindo o caminho para uma previdência privada. Em muitas cidades não há nenhuma infraestrutura, assistência médica e farmacêutica, pensões, habitação, ou água limpa.

Lutamos para:

* Direito universal à aposentadoria para TODOS;

* Ações politica no dia MUNDIAL DE LUTA dos aposentados e  pensionista em 1 de Outubro de 2016

* Contra reforma de Temer para a Previdência;

* Redução da idade de aposentadoria para homens e mulheres;

* A segurança social previdenciária pública e gratuita;

* Segurança médica e farmacêutica pública e gratuita para todos;

* Aposentadorias públicas para atender necessidades básicas e vida decente: Isenção de Impostos, ensino gratuito, habitação, água potável, saúde, lazer  Turismo gratuito e transporte grátis aérea inclusive.
 

1º Encontro Nacional dos Aposentados

Com a experiência nas lutas da classe trabalhadora, a Central Sindical UST não abandonou a luta dos trabalhadores aposentados e pensionistas, realizou o 1º encontro nacional, neste sábado (20 de agosto de 2016), em São Paulo, o Presidente da UST, Carlos Borges, destaca que o encontro é o resultado de luta pela organização autônoma, independente, democrática e plural e avaliamos que o grande desafio é gerar unidade para lutar pelas ampliações das conquistas dos aposentados.

Lutamos para:

* Direito universal à aposentadoria para TODOS;

* Ações politica no dia MUNDIAL DE LUTA dos aposentados e  pensionista em 1 de Outubro de 2016

* Contra reforma de Temer para a Previdência;

* Redução da idade de aposentadoria para homens e mulheres;

* A segurança social previdenciária pública e gratuita;

* Segurança médica e farmacêutica pública e gratuita para todos;

* Aposentadorias públicas para atender necessidades básicas e vida decente: Isenção de Impostos, ensino gratuito, habitação, água potável, saúde, lazer  Turismo gratuito e transporte grátis aérea inclusive.

 
 

 

A greve geral freia retirada de direitos

 

Durante audiência pública na capital paulista nesta quinta-feira (11), a CUT e as centrais sindicais CTB, Conlutas, Intersindical, Central Sindical UST, Força Sindical, UGT, CGTB e Nova Central discutiram as mudanças que o governo golpista de Michel Temer quer fazer em direitos trabalhistas e sociais.

O encontro convocado pela ocorreu todo o Brasil e agora promove encontros regionais, dirigentes e especialistas trataram de temas de Direitos Humanos e Legislativa do Senado, presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que já per como ataques à Previdência, terceirização ilimitada, negociado sobre legislado e trabalho escravo.

O primeiro passo dessa luta unificada como ocorrera já no próximo dia 16 de agosto, 10 horas, quando as centrais promoverão um Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e Garantia de Direitos. Em São Paulo, a atividade ocorrerá na Avenida Paulista, em frente à Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo).

A audiência pública, discutiu com centrais sindicais e representantes dos trabalhadores os ataques aos direitos que tramitam no Legislativo, com ênfase em dois projetos. Um deles é o Projeto de Lei do Senado (PLS) 432, que pretende alterar o conceito de trabalho escravo, e dificultar a expropriação de propriedades onde sejam identificadas tais práticas. Outro é o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30, que libera a terceirização em todas as atividades. O texto já foi aprovado pelos deputados no ano passado e se encontra em tramitação no Senado.

 

PLP 257 vai à votação na segunda-feira
 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), incluiu o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016 na pauta para ser apreciado em Sessão Deliberativa Extraordinária do dia 1º de agosto (segunda-feira). O projeto propõe a renegociação da dívida dos Estados com a União e impõe uma série de cortes e reajustes ao funcionalismo, se tornando um dos ataques aos servidores públicos estaduais em todo o país.

Devido à urgência da votação e aos inúmeros cortes de direitos.

Além de estabelecer um novo limite para o crescimento do gasto público, o PLP 257/16 cria um Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal com propostas de “alívio financeiro”, com o alongamento do contrato da dívida com o Tesouro Nacional por 20 anos e a consequente diluição das parcelas, a possibilidade de refinanciamento das dívidas com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e o desconto de 40% nas prestações da dívida pelo prazo de dois anos.

 

XXV Congresso da Confederação dos
Trabalhadores do Equador
 
Nos dias 7 e 8 de julho de 2016, na cidade de Ambato- Equador, a Central Sindical UST presente no XXV Congresso da Confederação dos Trabalhadores do Equador (CTE), presenciamos a alegria do sucesso alcançado entre as delegações participantes, com mais de 500 delegados, lideres sindicais das 24 províncias e delegações internacionais: Colômbia, Chile, Venezuela e Brasil, obteve o resultado de coesão dos trabalhadores em torno dos sindicatos filiados a CTE, identificaram o mesmo inimigo da classe trabalhadora, que é a política de exploração do trabalho, para não mencionar a agressão do estado contra os trabalhadores, camponeses, jovens, mulheres, idosos e deficientes.
A UIS – União Internacional Sindical dos Aposentados e Pencionistas foram representados pelo Coordenador nas Américas, Carlos Borges, que realizou intervenção na abertura do XXV Congresso, parabenizando e se solidarizando com os Delegados e os trabalhadores Equatoriano por sua luta contra a  exploração.
O Congresso mostrou que posições conciliadoras, social-democratas são contra os trabalhadores, é cada vez mais estão fracas, as organizações de classe irão limpar das suas fileiras e identificar os líderes corruptos que foram vendidos e os inimigos de classe dos trabalhadores. Esse foi o conteúdo do XXV Congresso, depois de passar por tempos difíceis, precisamos aprofundar a luta ideológica, que é desmascarar o engano dos trabalhadores e do povo, e para isso os trabalhadores e seus líderes precisam ser armado com a teoria, para não ser vítima do canto da sereia. 
    
      

Encontro Internacional de Trabalhadores do Transporte contra Privatização com 19 delegações internacionais

Aconteceu em São Paulo o Encontro Internacional de Trabalhadores e Trabalhadoras do Transporte contra a Privatização. Com a presença de 19 países de todos os continentes e representantes de diversos setores do transporte, o Encontro discutiu as experiências de cada país e encaminhou uma série de iniciativas de unidade internacional.

A abertura do encontro contou com a participação de representantes das organizações e centrais sindicais apoiadoras da atividade: CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), CSP-Conlutas, UST (União Sindical dos Trabalhadores), FSM (Federação Sindical Mundial), Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas e Unidos para Lutar, além das realizadoras Fenametro e Sindicato dos Metroviários de São Paulo. A delegação da Central Sindical UST foi composta pelos companheiros: Carlos Borges, Presidente, Wilson santos, Vice Presidente Internacional e Izildinha Machado Diretora jurídica. Dentre os países representados na atividade, Namíbia, Senegal, Mali, Botsuana, Marrocos, Tunísia, Líbano, Índia, Grécia, França, Portugal, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, Chile, Argentina tiveram delegações de destaque.
O Encontro trouxe ao debate a luta dos trabalhadores do setor no Brasil, temos uma longa história, o processo não é novidade. Tivemos privatização nos governos FHC, Lula e Dilma. E agora o que se espera é uma situação ainda pior com o governo interino de Temer. Aceleramento dos processos de privatização, em todas as falas da mesa de abertura deste encontro internacional, uma avaliação em comum. Enfrentamos um momento em que as iniciativas de privatização se aprofundam. Comunicação como estratégia de luta e organização, foi discutido também no painel que abordou a questão nos Estados Unidos foi a comunicação dos trabalhadores como ferramenta para organização de luta.
 
.                                .