Central Sindical
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES
   
 
 
 
 
 
 
 
 

 



 
 
 


 

 


 
 

 
 
70º aniversário da FSM - WTFU
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
         

 
Amambai - Mato Grosso do Sul

UST faz assembleia de fundação do Sindicato dos Vigilantes

A assembleia de fundação, realizada na sede da UST em Amambai - Mato grosso do Sul, contou com a presença do Presidente da UST - MS, Edilso, presente o Secretario Municipal Vilmar Cubas e trabalhadores do segmento na composição do SINDITO dos VIGILANTES.  De acordo com a categoria, ficou decidido pela categoria à escolha da UST como sua Central Sindical. Na primeira assembleia foram realizados debates sobre questões significativas, o sindicato está sendo criado, filiado a UST, mostrando o interesse na representação dos interesses dos trabalhadores em estar filiada a uma Central classista.

Carlos Borges fala da importância da nova filiação, está fortalecendo a luta dos seus sindicatos filiados, e o interesse do sindicato em se filiar na fundação é importante pois, inicia com compromisso de luta com a classe dos trabalhadores, sejam bem vindos a UST.


 
 
 
 
 
 
 
 

reformulação da Executiva Estadual de São Paulo

UST São Paulo, Presidente Laércio, faz reformulação da Executiva Estadual e da reorganização das secretarias, para combater oportunismo e os carreirista, que tenta se beneficias das confusão com objetivo de ocupar espaço.

 
Diretor Nacional Gomes  -  Coordenador do Grande ABCD
DESTITUIDAS AS UST MUNICIPAIS DO  ABCD

UST Regional ABCD, sob a coordenação do Diretor Nacional Gomes, faz reorganização para continuar a luta e se consolidar na Região. A representação da UST está centralizada no companheiro Gomes, fica DESTITUIDA as municipais do grande ABCD. UST refletiu sobre a importância da renovação na estrutura, o foco é ações sindicais, renovado e consolidado a lideranças sérias.

 
Governo lança duro pacote
contra os trabalhadores
 
 
 
 
 
É preciso preparar a resistência!
“Atos pós-eleição estimulam movimentos sociais articularem ‘frente de esquerda’” 
Em meio às festas de final do ano, o governo Dilma está retirado de direitos e corte de verbas das áreas sociais e medidas de uma contra-reforma trabalhista e previdenciária que retira direitos dos trabalhadores. Por meio de medida provisória serão criadas regras para restringir o pagamento de benefícios como seguro-desemprego, abono salarial, auxílio-doença, pensão por morte e seguro defeso. O objetivo é impedir o acesso futuros a esses direitos duramente conquistados no setor público e no INSS.

Dilma aumentou os juros - que remunera os bancos -, elevou as tarifas de energia elétrica, vai abrir o capital da Caixa Econômica Federal que significa começar sua privatização, e manteve o corte de gastos nas áreas sociais - afetando saúde e educação - no orçamento de 2015. Implícito está o aprofundamento do arrocho salarial, em meio a uma alta inflação que corrói a renda do trabalhador, além das privatizações. Medidas que o PSDB concorda, tanto que junto com o PT e o PMDB estão reajustando as tarifas do transporte por todo país.

Trata-se de uma minirreforma previdenciária, que, por meio de medidas provisórias, ataca com força a classe trabalhadora. Os que elegeram Dilma, certamente, se perguntam: foi isso que a candidata à reeleição prometeu na campanha?

Estamos diante de um ataque contra direitos elementares da classe trabalhadora. Com essa retirada de direitos, o governo quer economizar 18 bilhões de reais para 2015. Nas palavras do ministro Mercadante, trata-se simplesmente de “corrigir excessos e evitar distorções”. Ora, os excessos e distorções são praticados por membros do governo, sistema financeiro e pelo empresariado, e não pelos trabalhadores, que estão sendo penalizados pelas medidas governamentais. Além do mais, estão tirando 18 bilhões da classe trabalhadora para repassar para quem? De fato, o governo economiza para seguir enriquecendo meia dúzia de banqueiros que, sai governo, entra governa, seguem mandando no País.

Por fim, os trabalhadores não podem deixar esse ataque sem resposta. É preciso a unidade e a ação de nossa classe para impedir que essas medidas provisórias sejam aprovadas pelo congresso nacional. É preciso que as demais centrais sindicais, rompam com o governo e venham fortalecer a resistência da classe trabalhadora contra a ofensiva de Dilma e dos patrões.

 

 
 
 
 
 
 A corrida 4ª São Silvestrinho contou com a presença
de 274 atletas mirins

A Corrida 4ª São Silvestrinho, em Vitória- Espirito Santo, que começou na mesma hora da 90ª São Silvestre de São Paulo, mas com a participação de só crianças (meninos e meninas) da faixa etária de 5 a 12 anos, contou com a presença de 92 atletas mirins. O evento foi realizado entre 9 e 10h30m de hoje, dia 31 de dezembro de 2014, dentro do Parque Moscoso, no centro de Vitória, Estado do Espírito Santo. Muitos atletas mirins já sonham com a mais famosa corrida de rua do Brasil, realizada em São Paulo.

De acordo com o organizador da corrida, Zé Luiz, o evento transcorreu normalmente e foi muito aplaudido pelos pais, irmãos, tios, avós e parentes das crianças, que compareceram em massa para incentivar os corredores. A prova foi dividida em 8 etapas, sendo quatro femininos e quatro masculinos.

A União de Atletismo do Brasil – UAB e a União Sindical dos Trabalhadores do Espírito Santo – UST-ES foram as responsáveis pela realização do evento. O presidente da UST-ES, Zivan Roque Tavares disse que a Corrida 4ª São Silvestrinho é um incentivo às crianças na prática do bem e que “leva as famílias da crianças que torcem pelos atletas mirins. “eles e elas, as crianças, são os futuros atletas de corridas de rua”. O circuito da corrida será montado dentro do Parque Moscoso, com toda segurança para os participantes e seus familiares.

Os vencedores

A 1ª etapa da Corrida, foi da categoria 5 e 6 anos, com a presença das meninas na pista. A vencedora foi a Yasmin, seguida da Emilhy e Rebeca. Na 2ª etapa da categoria 5 e 6 anos, o vencedor foi Mailson, em 2º Pedro Henrique e em 3º chegou Piter.
Na 3ª etapa corretam as meninas de 7 e 8 anos, tendo como vencedoras Yohana em 1º, Shara, em 2º e Júlia, em 3º lugares. Na 4ª etapa da corrida, entre os meninos da  mesma faixa etária, os vencedores Lucas em 1º, Samer em 2º e  Daniel em 3º lugares.
Nas 5ª e 6ª etapas da corrida que contou com a participação de crianças na faixa etária de 9  e 10 anos, as meninas saíram na frente tendo Laisa em 1º, Eshiley em 2º e   Andrielly em 3º lugares. Os meninos por sua vez tiveram como vencedores Peterson em 1º, Arthur em 2º e  Fernando em 3º.
Nas 7ª e 8ª etapas da corrida, na categoria de 11 e 12 anos, os embates mais concorridos, as meninas tiveram o privilégio de correr primeiro. As vencedoras foram Marielen em 1º, Daniella, em 2º e Beatriz em 3º. Nos meninos o 1º foi o atleta Mateus, em 2º Wanderuy e em 3º Nelson. Os primeiros colocados ganharam um par de tênis, os 2º colocados um troféu e os 3º colocados uma medalha especial. Todos os participantes, independentes de colocação receberam uma medalha da corrida.
No final da corrida, antes das entregas dos prêmios, a organização da corrida distribuiu um kit para cada atleta e seus familiares um lanche reforçado, pra toda família.
 
 
 
IICongresso Internacional
Sindicatos Hotéis e Turismo
A fim de avançar no processo de integração dos sindicatos dos Hotéis e Turismo, UIS – União Internacional Sindical realizou o II Congresso Internacional no Sri Lanka –Ásia
 
UST participa do Congresso Sindical Internacional Hotéis Turismo
 
Após dois dias de intensos debates, os representantes sindical da categoria e dezenas de organizações sindicais da Europa, América, África e Ásia cumpriram a agenda de discussões propostas do Sindicalismo de Luta, realizado em Colombo, no Sri Lanka, entre os dias 15 e 16 de dezembro 2014. A delegação da UST foi composta por 2 delegados, o presidente Carlos Borges e a Izildinha Machado Departamento Jurídico da UST. O II Congresso é positivo para se ter um panorama do movimento de sindicalismo internacional e alternativo como ele se organiza em quatro continentes, da América, Europa, África e Ásia. A fim de avançar no processo de integração dos sindicatos, foi apresentada o manifesto defende ainda à autodeterminação dos povos, com destaque para a luta de Cuba contra embargo dos EUA . 
Entre os temas discutidos estavam a crise do sistema capitalista, as respostas dos trabalhadores e como construir um relação dos movimentos sociais e o sindicalismo de luta, envolvendo desde a precarização do trabalho até a opressão das mulheres, ( só tinha duas companheiras no congresso),  e propostas de campanhas e iniciativas comuns.

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