Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 

 
 
Reforma da Previdência aprofunda ataque
à aposentadoria da classe trabalhadora

Governo Temer tem a tarefa de aplicar com rapidez a Reforma Previdenciária e fazer com que os trabalhadores paguem pela crise na Previdência, provocada, principalmente, pelos calotes dos capitalistas. As empresas devedoras da Previdência Social alcançaram R$ 200 bilhões. São milhares de devedores, que incluem bancos públicos e privados, governos estaduais, prefeituras municipais, empresas aéreas, empresas estatais, grandes hospitais públicos e privados, empresas multinacionais, clubes de futebol, entidades “filantrópicas” (lucrativas), Cooperativas, grandes Empreiteiras, Empresas Prestadoras de Serviços, Indústrias, e muita e muitas outras empresas e instituições de todos os segmentos econômicos do Brasil.

O governo atual não é um governo fruto da vontade popular, é tão repudiado pela população como era o governo Dilma e assume os ataques que serão desferidos contra a classe trabalhadora e o povo pobre. Os aumentos de impostos ou a instituição novamente do CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) que recairá sobre nossos bolsos, além do corte de verbas para saúde e incentivo as privatizações e outras politicas de arrocho.

Fortalecer a luta unificada

Será necessária muita resistência para barrar a Reforma e temos a tarefa de mobilizar com rapidez os movimentos populares para resistir e  lutar. A Central Sindical UST e a COBAPI – Central Brasileira dos Aposentados, Pensionista e Idoso se posiciona contra a reforma do governo Temer e fara oposição frontal a esse governo e suas políticas antitrabalhador.

É um governo representante dos grandes empresários, banqueiros, latifundiários, do grande capital nacional e internacional. Vamos para as ruas e para os locais de trabalho defender as aposentadorias irrisórias contra o maior arrocho proposto pela reforma da Previdência com todo vigor e firmeza, e vamos continuar defendendo o campo alternativo das lutas dos trabalhadores, do povo pobre e da juventude, que são oposição ao governo Temer.

                   
Encontro Internacional de Transporte contra a Privatização - São Paulo
Encontro Internacional de Trabalhadores e Trabalhadoras de Transpor chamando um Encontro Internacional para discutir a privatização nos transportes seja a venda para o setor privado, a parceria públicoprivada ou concessões, e seus efeitos sobre a qualidade dos transportes, e te contra a Privatização de 1 a 3 de julho em São Paulo O sindicato dos metroviários de São Paulo estásobre os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Além da troca de experiências sobre os processos de privatização e precarização, vamos discutir formas de construir a solidariedade internacional.
 
O Encontro está marcado para 1 a 3 de julho de 2016, na sede do sindicato em São Paulo, que é o local de batalhas históricas pelos direitos trabalhistas e contra a privatização. Dirigentes e ativistas sindicais de todos os meios de transporte – metro-ferroviário, sobre rodas, aéreo ou marítimo – estão convidados a apoiar e participar. Todo material impresso e vídeo sobre o tema devem ser enviados para que possamos gerar um relatório das lutas contra a privatização.
 
 
CONVOCATÓRIA
 
CONFERÊNCIA REGIONAL DA EUROPA 
UIS - FSM
DINAMARCA, 20 DE JULHO DO 2016
 

Camaradas, a UIS de Pensionistas e Aposentados da Federação Sindical Mundial e os companheiros da Dinamarca, os quais serão os anfitriões. Convidam os sindicatos e as organizações classistas a participar da Conferência Regional da Europa da União Internacional dos Sindicatos dos Pensionistas e Aposentados, que se realizará na Dinamarca, na Escola Sindical Ranzausminde, (Copenhague) no dia 20 de julho de 2016.

 
A criação desta estrutura regional da UIS de Pensionistas e Aposentados da Federação Sindical Mundial da FSM ajusta-se no quadro dos Estatutos desta UIS aprovados no seu Congresso fundação realizado em Barcelona (fevereiro de 2014), e mostra o rumo ascendente do movimento sindical classista, á vez que salienta o rumo positivo da FSM na Europa.                 leia mais.....
 
Sandro Fantini toma posse e reafirma a unidade na luta pelos direitos dos trabalhadores

Sandro Fantini, foi homenageado na posse da Presidência da Central Sindical UST Mato Grosso do Sul, que aconteceu na Câmara Municipal de  Amambai no dia 19 de abril de 2016, contou com as presenças do Presidente da Câmara o vereador Anilson Prego e do Ex Deputado Federal Antônio Carlos Biffe.

A cerimônia foi marcada por um ato político que expressava o avanço da unidade na luta pelos direitos dos trabalhadores e em especial, Homenagem aos povos Indígenas.

O Presidente da UST, Carlos Borges, falou em referência ao dia do Índio, para lembrar as lutas indígenas no Brasil e fez um resgate da trajetória da UST, da necessidade de buscar unidade entre os diferentes setores na luta por unidade contra o Ajuste Fiscal que retiram direitos dos trabalhadores.

Foram unânimes as intervenções em defesa da unidade e disposição para enfrentar a dureza, em meio à crise econômica mundial, destacaram a importância da política na busca por melhores salários e ampliar os direitos.

A atividade foi encerrada com pronunciamento do Presidente Fantini, já empossado lembrou o caminho da luta para enfrentar os pequenos e grandes desafios. Nesse último período, tivemos grandes exemplos de mobilizações que garantiram a manutenção e ampliação de direitos, com toda a pressão da crise.

 

Funcionários da Fundação Casa decide entrar em greve e reafirma a unidade na luta


A maioria dos Funcionários da Fundação Casa de São Paulo decidiram iniciar uma greve, com muito esforço da comissão. A decisão foi tomada pela oposição sindical composta pela ASSESP, Central Sindical UST, Intersindical e CSP Conlutas que representam a maioria da categoria. Apoiamos o posicionamento da categoria, diante da ausência de previsão de aumento, vamos juntos na luta rumo ao estado de greve da categoria.
 
O SITRAEMFA não aderiu à ao estado de greve da categoria e negocia de forma morosa com a Fundação, o sindicato não defende um aumento justo e não representa os trabalhadores.

Dívida pública, juros para poucos e prejuízos para muitos: entenda mais sobre esta fraude

        Flavia Ferreira
A primeira decisão tomada quando se vai dividir o dinheiro público é: quanto sobrará para os banqueiros no chamado superávit primário. O governo sempre gasta com previdência, educação e etc menos do que arrecada, uma parte considerável desse gasto (cerca de 39% ou 1,131 trilhão de reais ) vai para amortizações da dívida, que são os títulos que o governo tem que pagar. Mas antes de definir quanto ele vai gastar em cada coisa é definido quanto se pagará de juros, o chamado superávit primário. 
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