Central Sindical
 
 
UNIÃO SINDICAL DOS TRABALHADORES
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 

 
 

 

17ª Federação Sindical Mundial

Durban - África do Sul

 

 

Congresso em reconhecimento e respeito da terra heroica da África do Sul e expressão de Internacionalista Solidariedade com os povos de todo o Continente Africano. A classe trabalhadora em luta:

 - A crise capitalista internacional.

Uma crise que se intensifica a competição entre os monopólios e obriga a implementação de políticas anti-trabalhistas que procura impor o peso da crise sobre os ombros das massas trabalhadoras.

 
 - As contradições inter-imperialistas  geram guerras e conflitos.

Para o controle dos recursos naturais, mercados, controle de territórios, a competição entre as forças imperialistas e seus satélites  gerando guerras, conflitos e intervenções em diferentes países.

 
 - A reconstrução da esfera política.

Os socialdemocratas e os neoconservadores são utilizados pelo sistema capitalista  para a política da classe dominante.

 
 - A luta da classe das massas trabalhadoras em todo o mundo.

A reação brutal dos Governos e os capitalistas que respondem contra as lutas justas dos trabalhadores com prisões e assassinato de sindicalistas. Os trabalhadores luta contra as políticas antipopulares neoliberais com perspectiva positiva para abrir novos caminhos para a reconstrução do movimento sindical classista.

 

NOVA DIRETORIA TOMA POSSE

UST Mato Grosso


1° Encontro para barrar proposta de reforma da previdência

O governo Temer quer jogar mais uma bomba sobre os trabalhadores, vai anunciar um novo ataque nas aposentadorias, é mais uma reforma da previdência para igualar homens e mulheres a idade mínima  65 anos. Significa exigir mais tempo de O governo vem tentando construir um consenso em torno da proposta, o objetivo é aumentar trabalho e contribuição para o trabalhador se aposentar. Além disso, também quer limitar os regimes de aposentadoria rural e dos servidores públicos, assim como modificar as fontes de custeio e financiamento.  Se isto acontecer será um verdadeiro ataque à classe trabalhadora, vem perdendo direitos sobre a aposentadoria e se vendo obrigada a trabalhar cada vez mais.

Preparar luta contra a reforma da previdência, a CBAPI vai realizar o 1° Encontro na Assembleia Legislativa de São Paulo  contra a reforma da previdência, e propor a unidade de ação com todos que se dispuserem a barrar essa reforma, combater o fator previdenciário e as fórmulas alternativas, como o fator 85/95 – 95/105.

 

XXV Congresso da Confederação dos
Trabalhadores do Equador
 
Nos dias 7 e 8 de julho de 2016, na cidade de Ambato- Equador, a Central Sindical UST presente no XXV Congresso da Confederação dos Trabalhadores do Equador (CTE), presenciamos a alegria do sucesso alcançado entre as delegações participantes, com mais de 500 delegados, lideres sindicais das 24 províncias e delegações internacionais: Colômbia, Chile, Venezuela e Brasil, obteve o resultado de coesão dos trabalhadores em torno dos sindicatos filiados a CTE, identificaram o mesmo inimigo da classe trabalhadora, que é a política de exploração do trabalho, para não mencionar a agressão do estado contra os trabalhadores, camponeses, jovens, mulheres, idosos e deficientes.
A UIS – União Internacional Sindical dos Aposentados e Pencionistas foram representados pelo Coordenador nas Américas, Carlos Borges, que realizou intervenção na abertura do XXV Congresso, parabenizando e se solidarizando com os Delegados e os trabalhadores Equatoriano por sua luta contra a  exploração.
O Congresso mostrou que posições conciliadoras, social-democratas são contra os trabalhadores, é cada vez mais estão fracas, as organizações de classe irão limpar das suas fileiras e identificar os líderes corruptos que foram vendidos e os inimigos de classe dos trabalhadores. Esse foi o conteúdo do XXV Congresso, depois de passar por tempos difíceis, precisamos aprofundar a luta ideológica, que é desmascarar o engano dos trabalhadores e do povo, e para isso os trabalhadores e seus líderes precisam ser armado com a teoria, para não ser vítima do canto da sereia. 
O XXV Congresso indicou que os trabalhadores deveram ser  treinamento com formação sindical e uma educação política ideológica que lhes permita ser melhores líderes sindicais, com essa formação são capazes de dar aos trabalhadores e todos lideres a teoria marxista, que lhes serve como um instrumento de libertação dos trabalhadores e os setores populares.
    
      

Encontro Internacional de Trabalhadores do Transporte contra Privatização com 19 delegações internacionais

Aconteceu em São Paulo o Encontro Internacional de Trabalhadores e Trabalhadoras do Transporte contra a Privatização. Com a presença de 19 países de todos os continentes e representantes de diversos setores do transporte, o Encontro discutiu as experiências de cada país e encaminhou uma série de iniciativas de unidade internacional.

A abertura do encontro contou com a participação de representantes das organizações e centrais sindicais apoiadoras da atividade: CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), CSP-Conlutas, UST (União Sindical dos Trabalhadores), FSM (Federação Sindical Mundial), Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas e Unidos para Lutar, além das realizadoras Fenametro e Sindicato dos Metroviários de São Paulo. A delegação da Central Sindical UST foi composta pelos companheiros: Carlos Borges, Presidente, Wilson santos, Vice Presidente Internacional e Izildinha Machado Diretora jurídica. Dentre os países representados na atividade, Namíbia, Senegal, Mali, Botsuana, Marrocos, Tunísia, Líbano, Índia, Grécia, França, Portugal, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, Chile, Argentina tiveram delegações de destaque.
O Encontro trouxe ao debate a luta dos trabalhadores do setor no Brasil, temos uma longa história, o processo não é novidade. Tivemos privatização nos governos FHC, Lula e Dilma. E agora o que se espera é uma situação ainda pior com o governo interino de Temer. Aceleramento dos processos de privatização, em todas as falas da mesa de abertura deste encontro internacional, uma avaliação em comum. Enfrentamos um momento em que as iniciativas de privatização se aprofundam. Comunicação como estratégia de luta e organização, foi discutido também no painel que abordou a questão nos Estados Unidos foi a comunicação dos trabalhadores como ferramenta para organização de luta.

Violência contra os trabalhadores no contexto histórico e atual é tema presente na mesa de abertura foi a violência policial no Brasil e no mundo. Sebastião Neto, da Comissão Nacional da Verdade, apontou os traços ainda presentes do período da ditadura no Brasil. “A violência está dentro da Companhia de São Paulo, da companhia de metrô de São Paulo, as perseguições, a repressão, a violência, as demissões nunca foram punidas. As empresas nunca foram punidas pelo que fizeram. São centenas de pessoas demitidas por razões políticas. Então, o mecanismo criado e aperfeiçoado na ditadura, e toda a parte estrutural, de controle e vigilância continuam. A segurança do Estado serve às empresas e não aos cidadãos em geral”.

 Os relatos no evento mostraram como são semelhantes as condições de trabalho nos meios de transporte e as estratégias da privatização, além da articulação internacional das multinacionais ligadas a este setor. França faz saudação, achamos com muito  importante para o movimento sindical conectar as lutas, sobretudo se falamos de privatização, direitos dos trabalhadores e direitos sociais nos países de todo o mundo.

Central Sindical UST no ato em apoio aos trabalhadores franceses

Nesta terça feira dia 14 de 2016 um grupo de Lideranças realizou ato de apoio aos que lutam na França por direitos trabalhistas e contra os ataques do governo e patronal, em frente ao consulado francês na av. Paulista, em São Paulo, ação conjunta com outras lideranças, realizado em frente ao Consulado Geral da França. Ato de solidariedade aos trabalhadores franceses em luta contra a reforma nas leis trabalhistas, declaramos nosso repudio a repressão aos trabalhadores em luta na França.
Manifestamos o nosso apoio aos que lutam na França por direitos e contra os ataques dos governos e da patronal.  A situação na França é emblemática e nos explica o que ocorre no mundo inteiro, é um modelo de exploração do trabalhador que é reproduzido internacionalmente, um momento em que a crise do capital atinge a todos os trabalhadores.

 

 
 
 
ATO PELA REINTEGRAÇÃO DOS METROVIÁRIOS
E EM DEFESA DO DIREITO DE GREVE!
 

No dia 9 de junho, completam-se 2 anos do fim de uma das greves mais poderosas que a categoria metroviária de São Paulo fez e também 2 anos da demissão de 42 companheiros, como retaliação à greve. De lá para cá, conquistamos a reintegração de 5 colegas na batalha pelo retorno de todos.

32 metroviários já tiveram duas vitórias jurídicas, em primeira e segunda instância, com sentenças que apontam a necessidade de anulação da demissão por justa causa sofrida por esses companheiros. A segunda sentença, particularmente, respalda a ação dos metroviários, pela lei de greve, conquista muito importante dos movimentos sociais nos anos 80. Os outros 5 trabalhadores serão julgados em 2ª instância no próximo dia 8/6.

Com esta atividade, queremos fortalecer as iniciativas políticas do Sindicato dos Metroviários de São Paulo na luta pela reintegração e fortalecer a luta pelo direito de greve. Queremos também lembrar desse importante movimento realizado em 2014 não apenas pelo ataque do governo Alckmin, mas também pela força que a união da categoria adquiriu na luta pelos direitos e por um transporte público de qualidade para toda a população.

A atividade contará com a presença de diversas Centrais Sindicais, além de companheiros demitidos políticos de outras lutas, como a greve petroleira de 1995, a luta da Sabesp e a luta do funcionalismo público. Participe e se some a solidariedade aos demitidos e à luta pelo direito de greve.

 
Dia 9 de junho de 2016, às 18h, no Sindicato dos Metroviários de São Paulo

Projeto de Lei Complementar 257/16

congelamento de salários e desligamento de servidores

Denunciamos essa posição do Governo, o governo prioriza anteder os interesses do capital, levando ao congresso uma proposta que choca com as agenda dos trabalhadores e dos movimentos sociais.  Não bastasse o arrocho salarial embutido no PLP 257, cujas medidas, teriam duração de 24 meses, está embutida também adoção de medidas estruturais, como a aprovação de uma lei nova de responsabilidade fiscal, reforma da previdência, a elevação das alíquotas de contribuição previdenciária dos servidores, a instituição de regime de previdência complementar (previdência privada), o monitoramento contínuo das contas e adoção de critérios para avaliar de forma pública e periódica programas e projetos.

Direitos básicos dos servidores públicos (federais, estaduais e municipais) estão ameaçados. Suspensão dos concursos públicos, congelamento de salários, não pagamento de progressões e outras vantagens (como gratificações), destruição da previdência social e revisão dos Regimes Jurídicos dos Servidores estão entre as medidas nefastas a serem implementadas. Tudo isso, associado ao aumento dos cortes no orçamento das políticas sociais para o pagamento da dívida pública. Tais medidas são explicitadas no PLP 257/2016, proposto pelo governo federal.

Central Sindical UST está participando de uma frente composta por várias entidades para tentar barrar a aprovação do PLP 257/16 no Congresso Nacional.

Reforma da Previdência aprofunda ataque
à aposentadoria da classe trabalhadora

Governo Temer tem a tarefa de aplicar com rapidez a Reforma Previdenciária e fazer com que os trabalhadores paguem pela crise na Previdência, provocada, principalmente, pelos calotes dos capitalistas. As empresas devedoras da Previdência Social alcançaram R$ 200 bilhões. São milhares de devedores, que incluem bancos públicos e privados, governos estaduais, prefeituras municipais, empresas aéreas, empresas estatais, grandes hospitais públicos e privados, empresas multinacionais, clubes de futebol, entidades “filantrópicas” (lucrativas), Cooperativas, grandes Empreiteiras, Empresas Prestadoras de Serviços, Indústrias, e muita e muitas outras empresas e instituições de todos os segmentos econômicos do Brasil.

O governo atual não é um governo fruto da vontade popular, é tão repudiado pela população como era o governo Dilma e assume os ataques que serão desferidos contra a classe trabalhadora e o povo pobre. Os aumentos de impostos ou a instituição novamente do CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) que recairá sobre nossos bolsos, além do corte de verbas para saúde e incentivo as privatizações e outras politicas de arrocho.

Fortalecer a luta unificada

Será necessária muita resistência para barrar a Reforma e temos a tarefa de mobilizar com rapidez os movimentos populares para resistir e  lutar. A Central Sindical UST e a COBAPI – Central Brasileira dos Aposentados, Pensionista e Idoso se posiciona contra a reforma do governo Temer e fara oposição frontal a esse governo e suas políticas antitrabalhador.

É um governo representante dos grandes empresários, banqueiros, latifundiários, do grande capital nacional e internacional. Vamos para as ruas e para os locais de trabalho defender as aposentadorias irrisórias contra o maior arrocho proposto pela reforma da Previdência com todo vigor e firmeza, e vamos continuar defendendo o campo alternativo das lutas dos trabalhadores, do povo pobre e da juventude, que são oposição ao governo Temer.

                   
 

Revisão do FGTS

 
Se você teve dinheiro na conta do FGTS entre 1.999 e 2.013 pode ter direito a revisão do saldo do FGTS, saiba o que é necessário para dar entrada ao processo de revisão do FGTS.
 
O Supremo Tribunal Federal decidiu que todos os trabalhadores que tinham dinheiro depositado na conta do FGTS entre os anos de 1.999 até 2.013 têm direito a revisão do saldo. Isso porque o FGTS é corrigido pela TR (Taxa Referencial) mais 3% ao ano, porém este reajuste não reflete a real inflação vivida no Brasil, ocasionando enorme perca de dinheiro pelo trabalhador.
 
O índice que deverá ser usado para correção do FGTS é o INPC – Índice de Preço ao Consumidor, pois este índice acompanha a inflação. Tem direito a correção do saldo da conta do FGTS entre os anos de 1.999 até 2.013 todo trabalhador que possuía saldo na conta do FGTS, seja ele aposentado ou não.         

 
informação   Dr. Daniel    Diretor Jurídico       fone 11 2919 8440 
 
 

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